quinta-feira, 17 de maio de 2007

JUP de Maio já está nas faculdades

Editorial
Haja tempo!

“Não tenho tempo.” É triste mas é assim que grande parte dos estudantes do ensino superior reage quando se vê face à proposta de uma nova actividade extracurricular. Ou porque o curso é demasiado absorvente ou porque, simplesmente, há sempre algo muito mais pertinente em que empregar o tempo.
Torna-se lamentável, para o bem-estar de uma sociedade académica que se quer proactiva e civicamente participada, que haja sempre algo de “passivamente melhor” em que empregar o tempo. Vida social, mais ou menos enérgica, é certo, todos a temos. Nada disso se supõe posto de lado, não é o curso que se quer menos cuidado nem há aulas que se possam impor dispensáveis. O erro de organização a que a maior parte dos jovens se julga imune chama-se “gestão do tempo”.
A semana passada ouvia-se pelos corredores de várias faculdades, seguramente para cima de cinco vezes, a pergunta pela negativa: “em que dias é que não vais à queima?”. Ora, sendo este o ponto de partida de uma semana académica que, à partida, ninguém quer mal aproveitada, de facto, torna-se extremamente difícil gerir tempo de outra maneira. A realidade é uma e terrivelmente generalizada: não encontramos - num grupo de jovens universitários que cada vez mais adopta comportamentos de massa - vontade de se envolver em algo que fuja a uma agregada maioria. Acrescente-se que se nota, de novo lamentavelmente, uma séria falta de sentido de compromisso. Nada disto se pode fazer generalizado, claro está, mas é, mais uma vez, vulgar ouvir uma série de lugares comuns: ideias, muitas ideias de facto, mas pouca capacidade de concretização. A razão - ora, preveja-se – não outra que não a falta de tempo.
Com Bolonha a empurrar para a construção individual de currículos, impõe-se que o estudante aprenda, urgentemente, a gerir/empregar cada vez mais assertivamente o seu tempo. Não é novo, mas vale a pena lembrar: estudos sobre as actividades extracurriculares mostram que os alunos que nelas participam apresentam um melhor desempenho académico (Barber, Eccles, Stone & Hunt, 2003, Eccles & Barber, 1999, Holland & Andre, 1987), níveis mais elevados de auto-estima (Holland & Andre, 1987, House, 2000, Marsh, 1992) e menor consumo de substâncias (Barber, Eccles, Stone & Hunt, 2003, Eccles & Barber, 1999).
Assim haja tempo!

quarta-feira, 16 de maio de 2007

Reunião de Redacção para o JUP de Junho

Quinta-feira, dia 17, pelas 21:30h, terá lugar a reunião de redacção para preparação do JUP de Junho, o último deste ano lectivo.
A reunião será na sede do JUP, na Rua Miguel Bombarda, 187.
Todos os estudantes da Academia do Porto são convidados a participar.

Aparece!O JUP é de todos nós!

segunda-feira, 30 de abril de 2007

quinta-feira, 19 de abril de 2007

"Olhando os anos da Guerra Colonial"


Dia 24 de Abril a partir das 21:30h


- Apresentação do documentário "Por Deus e pela Pátria - Olhando os homens e as crianças" de César Mexia de Almeida
- Debate com César Mexia de Almeida e António Viana, moderado por Luísa Marinho

Depois música e copos pela noite dentro
Aparece!

sexta-feira, 13 de abril de 2007

JUP de Abril já está nas faculdades

Editorial
A preguiça

As artes, esse bico de papagaio nas costas do mercado de trabalho. As perpectivas de futuro para escultores, músicos e actores sempre estiveram cobertas por uma neblina que apaixona adolescentes e aterroriza os respectivos pais. A cultura nunca foi fácil de encaixar no sistema, não rima com lucro nem condiz com as 8h de trabalho diárias. O destaque deste mês incide nesta problemática. Segundo Athaide, professor na FBAUP, "sem optimismo, não se faz nada". Não sei se a questão se resolve só com optimismo, o que é certo é que não passa por mais financiamentos. É simplesmente arrepiante, depois de no mês passado termos sido bombardeados com ataques à "pandilha de Rui Rio" pelos habitantes dos bairros sociais, descobrirmos agora que as gerações passam mas os discursos não mudam. "Muitas vezes a iniciativa tem de partir dos estudantes", critica um estudante de design. Este sim é um embróglio que parece não ter fim. Continuamos a sofrer da genética preguiça latina, que recorre à cobardia para deixar tudo exactamente como estava. Não foi assim que as mulheres se emanciparam (pág. 6) nem os jornais universitários americanos conseguiram a projecção de hoje (pág. 14). Só com uma profunda alteração de mentalidade poderão os novos artistas portugueses, e tantos outros grandes portugueses, melhorar as suas perspectivas. Há outra particularidade que torna a produção cultural especial. A Arte não lida bem com o grande público, e esse divórcio vai contra a noção de mercado. O elitismo e a constante necessidade de fuga do mainstream não são conciliáveis com o sistema estabelecido. Quantas vezes não ouvimos "preferia os primeiros albuns" ou "antes de se vender é que era".

quarta-feira, 4 de abril de 2007

quarta-feira, 28 de março de 2007

Cortes à francesa


Francisco&Francisco
Cortes por encomenda. Já só há vagas para Outubro!!!
Fotografia de Rui Velindro (editor fotográfico d'A Cabra - Jornal Universitário de Coimbra)

Espaços JUP - 24 de Março de 2007

Fotografias de Rui Velindro (editor fotográfico d'A Cabra - Jornal Universitário de Coimbra)

sexta-feira, 23 de março de 2007

Apresentação aguasfurtadas 10

Amanhã, Sábado, 24 de Março, às 16h30.
Espaços JUP, Rua Miguel Bombarda, 187, Porto.

APRESENTAÇÃO DA AGUASFURTADAS 10.

10 CONVIDADOS ESCOLHEM 10 OBRAS PUBLICADAS NOS 10 NÚMEROS DA REVISTA AGUASFURTADAS.

Com a participação de Carlos Guedes, Daniel Pedrosa, Fernando C. Lapa, Jorge Palinhos, Luís Trigo, Nelson d'Aires, Nelson Quinhones, Nuno F. Santos, Pedro Carreira de Jesus, Rui Dias, Rui Lage, Rui Penha, Samuel Silva, Sérgio Couto e Virgínia Pinho.

terça-feira, 20 de março de 2007

Contagem decrescente para dia 24









Não percas as grandes comemorações
do 20º aniversário
do JUP, dia 24 a partir das 15h.