Lançamento: Salão Coboi
Amanhã, a partir das 16h, a planapress.org lança o livro Salao Coboi no espaço JUP. Apareçam para mais uma tarde de inaugurações em MIguel Bombarda!
O JUP de Março já anda aí!
Amanhã, a partir das 16h, a planapress.org lança o livro Salao Coboi no espaço JUP. Apareçam para mais uma tarde de inaugurações em MIguel Bombarda!
O JUP de Março já anda aí!
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Falou-se de acção, informação e liberdade na tarde de 23 de Janeiro no Núcleo de Jornalismo Académico do Porto (NJAP) que convidou investigadores, designers, activistas, a comunidade estudantil e outros curiosos, a reflectir sobre o papel do jornalismo e da informação na criação de impacto e de mudanças positivas.
O lançamento global do documentário 10 Tactics proporcionou um programa alternativo no dia em que na Miguel Bombarda se celebrava mais uma tarde de inauguração simultânea de exposições, diversas intervenções artísticas, novas colecções nas lojas, moda e design e animações de rua, trazendo centenas de visitantes à sede do NJAP.
O anfitrião é uma entidade sem fins lucrativos que publica há 22 anos o JUP - o órgão de comunicação estudantil impresso mais antigo do país. Como plataforma informativa, o JUP demarca-se pela sua independência e carácter experimental, envolvendo dezenas de jovens universitários da cidade do Porto que colaboram voluntariamente e assim ganham experiência em todo o processo de produção jornalística.
A projecção do filme 10 Tactics surgiu com motor de reflexão sobre o poder da informação na disseminação de temas muitas vezes polémicos e sensíveis que o jornalismo convencional tem tendência a ignorar. Celebrando-se em 2010 o Ano Europeu da luta contra a Pobreza e a Exclusão Social, ao qual o JUP e o NJAP não estão indiferentes, considerou-se que as 10 Tácticas propostas poderiam inspirar e alertar para a relevância do papel daqueles que ao trabalharem e partilharem informação com o mundo estão a proporcionar espaços de consciência colectiva sobre a cidadania, a sociedade e o mundo.
Depois da visualização do filme onde foi possível conhecer alguns exemplos daquilo que activistas de direitos humanos estão a fazer no mundo digital para marcar a diferença, a primeira reacção na assistência foi o reconhecimento de que existem riscos no info-activismo. A insegurança é consequência do facto dos assuntos discutidos serem desconfortáveis para muitos indivíduos com poder, governos ou grandes organizações. O termo anglófono usado para descrever o trabalho dos info-activistas é "advocacy", nem sempre fácil de traduzir na língua portuguesa, mas que neste contexto se assemelha a algo como a prossecução da luta por uma causa, a defesa dos direitos humanos. Já o conceito de info-activismo resulta, por um lado, da disseminação da informação nessa luta ou compromisso, e, por outro lado, das estratégias adoptadas para fomentar acção, reacção, efeitos. Pela defesa de uma causa.
Ana Rêgo, médica e activista que tem trabalhado em missões humanitárias em países como o Afeganistão, Sudão, Etiópia, Zimbabwe e Timor Leste, relatou a sua experiência no terreno, chamando a atenção para a habitual escassez de infra-estruturas em áreas isoladas onde muitas vezes os direitos humanos não são respeitados, o que dificulta o acesso às plataformas digitais para a denúncia. Acrescentou ainda que quando esse obstáculo é ultrapassado e surgem os canais de comunicação, o passo seguinte é "sobreviver" à denúncia, e terminou dando exemplos de colaboradores de ONGs que perderam os seus empregos por se recusarem a calar as injustiças que presenciaram nas suas missões.
A ideia de que é dever do activista falar sobre temas chave para não os deixar cair no esquecimento foi frisada por Roberto, membro do Centro de Média Independente – colectivo Indy Media Portugal. Com um cunho pessoal, o testemunho de Roberto não descurou a pertinência das questões em redor da segurança e do anonimato e questionou os processos de censura e de captura de activistas que trabalham a partir de cybercafés ou outros espaços proprietários. Se por vezes as pessoas erradas são acusadas, o activista deve compreender a responsabilidade implícita nas suas acções.
Transportando o anonimato para a importância da transparência e participação democrática, Ricardo referiu a plataforma They Work for You. Trata-se de um projecto mySociety que pretende criar pontes entre os cidadãos do Reino Unido e as discussões que tomam lugar no parlamento, disponibilizando o acompanhamento das posições assumidas pelos deputados ao longo do tempo. Foi lançada a questão: o que mais precisa de ser feito em Portugal para lançar projectos neste âmbito?
Ainda antes da projecção do documentário, o Ricardo, juntamente com a Ana Carvalho, ofereceram uma Oficina sobre Design para uma Redacção Livre no JUP. Falaram sobre a "introdução de ferramentas livres para realizar vários tipos de trabalhos relacionados com a esfera editorial e a prática associativa". Fazem parte de um colectivo pela cultura livre chamado Hacklaviva e em parceria com o JUP estão a montar uma sala de redacção inovadora na nossa sede, para possibilitar a realização de todo o trabalho editorial usando apenas software livre - desde o tratamento de fotografia, à criação de gráficos e tipografia, paginação, edição de áudio e montagem de vídeo com ferramentas livres. Esse workshop representou um contributo valioso no que diz respeito à utilização e adopção de tecnologias e ferramentas para o info-activismo que o filme apresenta.
Tivemos também a participação de Tiago Assis, professor e investigador nas Belas Artes da Universidade do Porto e impulsionador do projecto Identidades. Tiago falou de um projecto de formação vídeo com comunidades do Brasil, nomeadamente os Quilombolas que adoptaram esta nova ferramenta como arma e moeda de troca numa zona do país onde existem grandes conflitos de terra e propriedade.
No final do debate os visitantes tiveram ainda oportunidade de visitar a galeria onde foi inaugurada uma instalação multimédia de Rebecca Moradilazeh composta por "(...) filmagens feitas por várias pessoas contendo múltiplas personagens e situações ou locais por onde tivesse passado e onde estaria".
Terminada uma tarde de inspiração no “bunker” de ideias do JUP - citando alguém da assistência que assim descreveu o evento - foram distribuídos guias e tutoriais da Tactical Technology Collective a alguns visitantes e semeada a grande vontade de continuar a informar sobre temas que realmente interessam e repensar estratégias futuras para chegar a mais audiências.
Leituras relacionadas: A day of info-activism discussion in Porto
Fotos de Pedro Ferreira
No próximo dia 23 de Janeiro pelas 14h o Núcleo de Jornalismo Académico do Porto abre as portas para uma tarde em cheio nas inaugurações simultâneas das galerias de Miguel Bombarda.
Aderimos ao Ano Europeu da luta contra a Pobreza e a Exclusão Social que se celebra em 2010 com um convite à reflexão sobre o papel do jornalismo e da informação na criação de impacto e de mudanças positivas. O lançamento global, em parceria com a ONG internacional Tactical Technology Collective, do documentário 10 Tactics pretende apresentar uma série de activistas de direitos humanos que adoptaram estratégias de comunicação que lhes permitem transformar informação em acção. Convidamos para uma discussão informal o Centro de Média Independente - Indy Media Portugal - e o Hacklaviva e alargamos o convite a todos os que queiram participar.
O documentário será precedido pela Oficina de Design para uma Redacção Livre onde o colectivo Hacklaviva desafia uma sala de redacção a funcionar apenas com software livre.
Com equipa renovada, a Galeria apresentará duas instalações de jovens artistas e designers do Porto.
Ficamos a aguardar a tua visita!
Segue o programa completo abaixo.
14.00 Inauguração das Galerias Jup
Sala 1 - O que te move | Uma instalação que também é uma proposta para ti. Um espaço de Liberdade num cheio de cartão, uma folha em branco, pronta a ser ocupada. | Por Ana Castro e Susana Lage
Sala2 - Três Projectos, um Espaço. | "Tanto o som como a imagem dão uma resposta a outra mão. Uma que fala e outra que responde"
"(...) filmagens feitas por várias pessoas contendo múltiplas personagens e situações ou locais por onde tivesse passado e onde estaria"
"(...) em cada garrafa guardo a minha voz, associando cada uma delas as notas de escala"
Por Rebecca Moradalizeh
14.30 - 17.30 Oficina de Design para uma Redacção Livre
Uma redacção a funcionar apenas com software livre? É o objectivo de uma colaboração entre o JUP e o Hacklaviva. Nesta oficina, vamos falar sobre o que é o software livre e as suas implicações na prática criativa, associativa e editorial. Depois veremos como hoje é possível tratar fotografia, criar gráficos e tipografia, paginar, editar áudio e montar vídeo com ferramentas livres. Traz o teu portátil e vem passar uma tarde connosco a descobrir novas formas de fazer o teu trabalho.
18.00 Documentário & Debate
"10 tactics", 10 tácticas para transformar informação em acção é um filme onde são contadas histórias de 25 activistas de direitos humanos à volta do mundo que adoptaram com sucesso estratégias de comunicação e tecnologias digitais para criar impacto e mudanças positivas.
http://www.
23 de Janeiro de 2010 a partir das 14h
Núcleo de Jornalismo Académico do Porto | JUP.PT
espacosjup.blogspot.com | jup@jup.pt | 22 202 52 68

Entre 8 e 21 de Dezembro, o Núcleo de Jornalismo Académico do Porto (NJAP) lança um concurso de ideias para a programação da Galeria JUP, situada no centro artístico do Porto, na Rua Miguel Bombarda.
Objectivo: Desafiamos artistas, designers e arquitectos emergentes, individualmente ou em colectivo, a apresentar propostas de exposição para a nossa galeria. Privilegiam-se propostas que reflictam sobre o contemporâneo, a academia, o Porto e o Ensino, sendo contudo uma convocatória aberta. Privilegia-se a capacidade de auto-produção e organização.
O NJAP é uma associação juvenil sem fins lucrativos, de utilidade pública, concebida e gerida exclusivamente por estudantes universitários, e apresenta-se como um espaço de debate e de confronto de ideias.
Da proposta deverão constar os seguintes pontos:
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A reitoria da Universidade do Porto foi até ao edifício do Jornal Universitário do Porto, em Miguel Bombarda, avaliar as condições de degradação do espaço. O projecto, sob nova direcção, procura, agora, novo rumo.
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Labels: NJAP

A exposição fotográfica traduz a percepção do espaço com um carácter ecologista, contaminado por ressonâncias da constatação da própria natureza humana e das suas prioridades.
As fotografias fizeram parte da instalação realizada no Museu do Carro Eléctrico do Porto e a remoção da fase visual original restitui-lhes por inteiro o valor de fotografia enquanto individualização – a unicidade que cada imagem deve ser capaz de suportar.
A atitude artística e a postura criativa do fotógrafo promovem um ensaio fotográfico em que é nuclear a reflexão sobre a natureza humana e a sua relação com o tempo, com os princípios de organização e atitudes sociais, e com o planeta (vivo, mas cada vez menos).
As imagens resultam como elementos residuais do processo de interacção do autor com o mundo por meio do olhar fotográfico. A práxis da criação constitui elemento fundamental quando, numa inversão de sentido, a aquisição do mundo funciona como reflexão introspectiva sobre o próprio artista. A natureza etérea das imagens certifica a existência física do seu criador. Ou serão as pessoas também apenas um conceito?
BIO | Nelson Sousa
O seu percurso académico é realizado na área das Ciências Naturais, com especializações em Biologia e Microbiologia, e concluído com uma licenciatura em Publicidade.
Fotógrafo autodidacta quase que na totalidade, começou a fotografar em 1994 e utiliza a fotografia como ferramenta prioritária de expressão desde 1998. Durante alguns anos deu formação didáctica e profissionalizante.
Porque a cultura pode ser uma ferramenta poderosa de comunicação para o desenvolvimento – e o cinema documental é um olhar directo sobre as realidades que queremos trazer até ao Porto, a Agência ODM e o Núcleo de Jornalismo Académico do Porto convidam a assistir a este documentário e a participar no debate:
Agrovidas, de Luís Nascimento | 18’ Brasil 2007
14 Out. | 18h | Jornal Universitário do Porto
“As dificuldades sentidas pelos produtores, a realidade de uma associação e um cheirinho das laranjas da Baía” – um pouco de tudo isto nos traz este pequeno documentário. Os fruticultores da CEALNOR, na região brasileira da Baía, têm consciência do preço do seu produto. Sabem quanto custa no mercado e por quanto está a ser comercializado e evitam que os intermediários interfiram neste processo. Exportam os produtos pelo circuito de comércio justo, que lhes garante ainda preços mais elevados. Este documentário foi produzido para o projecto de educação para o desenvolvimento Anauá – a Outra Margem do Comércio Justo.”
Programa Completo aqui.
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Dez anos depois do referendo que levou à auto-determinação de Timor Leste, o Núcleo de Jornalismo Académico do Porto não esquece o forte laço de solidariedade que se estendeu até à terra do sol nascente.
Vamos comemorar o aniversário amanhã, Sábado, dia 29 de Agosto às 21h na Rua Miguel Bombarda do Porto, com cinema documental, fotografia e artesanato.
Timor Vencerá de António Pedro Ribeiro - JUP Outubro 99
A situação em Timor-Leste, felizmente, já não é a mesma. Mas os genocídios não se apagam. Nem o comportamento torcionário do regime indonésio e das milícias. Todos os criminosos devem ser julgados. Apesar da entrada em cena das forças da INTERFET não se podem desculpabilizar as ambiguidades e os atrasos dos EUA, da ONU e da dita "comunidade internacional". Assegurar a realização do referendo e depois pura e simplesmente deixar a população à mercê dos chacais do exército indonésio e das milícias ou é ingenuidade a mais ou é imperdoável. Também os EUA - convém lembrar que os norte-americanos sancionaram a invasão indonésia de 1975 - e a NATO que tão céleres correram para o Kosovo se limitaram a declarações de intenções até ao ponto em que isso se tornou insustentável. E tornou-se insustentável, em grande medida, devido à resistência heróica das FALINTIL, do seu comandante no terreno Taur Matan Ruak, de Xanana, de Ximenes Belo, do povo timorense e também devido à imensa onda de solidariedade com outro país. Que juntou vários credos religiosos e ideiais políticos em manifestações, vigílias, cordões humanos, marchas. Que fez parar um país em solidariedade com outro país. Que trouxe de novo a política, na sua melhor expressão, para a rua. Que provou que há valores mais altos do que o dinheiro. Que nos devolveu o orgulho de ser portugueses.
Ao longo de 24 anos muitos timorenses dedicaram a sua vida a uma causa. Durante muito tempo estiveram quase isolados do mundo, a resistir nas montanhas. Muitos caíram sem ver a hora de libertação. Mas a sua luta não foi vã. TIMOR LIVRE VENCERÁ!
Oin ba Dame Timor Lorosa'e
29 de Agosto de 2009 às 21h no JUP
O Núcleo de Jornalismo Académico do Porto convida a celebrar a Paz em Timor Leste dez anos após o referendo que levou à auto-determinação daquele país.
Numa estreia absoluta em Portugal, e pelo olhar do realizador David Palazón, convidamos a assistir a "Hanesan Maibee Ketak-Ketak" (Same Same but Different), 2009, um documentário experimental sobre Paz em Timor Leste. Pelo olhar de Ana Rego, inaugura na Galeria JUP a exposição de fotografia Oin ba Dame Nian / Rostos para a Paz". As Bonecas de Ataúro, artesanato local timorense, terão várias peças de produção própria à venda no evento, cujas receitas revertem a favor do seu projecto.
DOCUMENTÁRIO | Hanesan Maibee Ketak-Ketak / Same Same but Different | David Palazón
Filmado no final de 2008 em Timor Leste, este documentário experimental retrata o Dr. José Ramos Horta - Prémio Nobel da Paz e Presidente da República Democrática de Timor Leste - enquanto participa numa série de eventos no país, focando opiniões e actividades de construção para a Paz.
Trailer
FOTOGRAFIA | Oin ba Dame Nian / Rostos para a Paz | Ana Rego
Esta médica, formada na UP, tem um percurso activista com experiência consolidada em países em desenvolvimento. Para além de ter viajado intensamente pelo mundo, fez missões na Amazónia, Afeganistão, Sudão, Etiópia, Zimbabwe e Timor Leste. É fotógrafa amadora desde 1999, tendo-se dedicado sobretudo à fotografia documental de viagens. Em 2004, foi uma das premiadas do concurso "FNAC Novos Talentos", com o trabalho "Afeganistão "2002".
ARTESANATO | Bonecas de Ataúro & Biojóias | Moving Cause
As Bonecas de Ataúro, artesanato local da Ilha de Ataúro, exprimem, de uma forma original e criativa, a ponte entre a cultura tradicional e a produção contemporânea de Timor Leste. A Moving Cause é a associação que representa esta iniciativa de empreendedorismo social em Portugal.
Site oficial: http://www.bonecasdeatauro.com/ + Blog: http://bonecasdeatauro.movingcause.org
Local:
JUP, Núcleo de Jornalismo Académico do Porto
Rua Miguel Bombarda, 187
4050 - 381 Porto
www.jup.pt
Mapa
Contactos:
Email: njapjup@gmail.com
TLF: Sara Moreira 938305344
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Foi assim que o S. João foi celebrado no JUP. Com boa disposição e muita música, e muita gente com vontade de celebrar. Para o ano há mais e para breve há mais eventos.
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No dia 27 de Maio, e com a presença do nosso querido Bruno Monteiro, presidente cessante da Mesa da Assembleia Geral, os seguintes órgãos sociais foram eleitos:
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É agora possível seguir todos os nossos passos no Twitter: http://twitter.com/njapju
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É um semestre novo e uma nova fase na vida do NJAP/JUP. Como não podemos assumir que todos que lêem este texto sabem do que se trata, preparamos uma pequena introdução ao NJAP/JUP.
O que é o NJAP/JUP?:
O NJAP (Núcleo de Jornalismo Académico do Porto) é uma organização feita por e para estudantes do ensino superior no Porto. A sua actividade principal é a publicação do JUP, um jornal mensal de distribuição gratuita realizado por estudantes. Mas as actividades do NJAP não se resumem ao jornal.
1- Quem pode ser membro
Podem ser membros do NJAP/JUP todos os membros, bem como antigos membros, da Academia do Porto.
2- O JUP
O JUP é um jornal mensal de teor generalista, incluindo secções de opinião, educação, sociedade, internacional, cultura, ambiente e desporto. Trata-se dum jornal que, em todo o processo de construção (desde a escrita dos artigos até à paginação e até mesmo à distribuição) é criado por estudantes portuenses. O JUP vive pela iniciativa dos estudantes – como tal, convidamos todos os interessados a participar na sua elaboração. O JUP pretende ser um jornal inteligente, enérgico, sério mas com sentido de humor.
3- “Águas Furtadas”
A “Águas Furtadas” é uma revista que engloba áreas como a literatura, a música e as artes gráficas. Pretende dar a conhecer novos talentos no panorama artístico português.
4- Espaços JUP
A sede do JUP, localizada na Rua Miguel Bombarda 187, possui um espaço de galerias. Para além disso, está também a ser remodelado um espaço que, nos tempos próximos, conta em ser palco de concertos, DJ sets, peças de teatro e outros eventos.
Se alguma destas facetas te atrai, manda um mail para jup@jup.pt e torna-te membro. Este blog, por sua vez, irá continuar a publicar as mais recentes novidades nas actividades do NJAP/JUP.
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Começou o maior ano de sempre, o ano de todas as mudanças, o ano de todos os acontecimentos, o dinheiro a chegar, o trabalho a florescer, as couves a crescerem. Este ano é que é!!!
O Núcleo prepara-se para receber toda vida... repito, toda a vida.
A morada dos teus sonhos,
Rua Miguel Bombarda, 187
Porto
22 2039076
96 9102081
DEIXA AQUI o TEU CONTRIBUTO
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