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sexta-feira, 5 de março de 2010

Lançamento: Salão Coboi

Amanhã, a partir das 16h, a planapress.org lança o livro Salao Coboi no espaço JUP. Apareçam para mais uma tarde de inaugurações em MIguel Bombarda!

O JUP de Março já anda aí!

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

10 Tácticas e o Jornalismo como motor de Consciência Colectiva

Falou-se de acção, informação e liberdade na tarde de 23 de Janeiro no Núcleo de Jornalismo Académico do Porto (NJAP) que convidou investigadores, designers, activistas, a comunidade estudantil e outros curiosos, a reflectir sobre o papel do jornalismo e da informação na criação de impacto e de mudanças positivas.

O lançamento global do documentário 10 Tactics proporcionou um programa alternativo no dia em que na Miguel Bombarda se celebrava mais uma tarde de inauguração simultânea de exposições, diversas intervenções artísticas, novas colecções nas lojas, moda e design e animações de rua, trazendo centenas de visitantes à sede do NJAP.

O anfitrião é uma entidade sem fins lucrativos que publica há 22 anos o JUP - o órgão de comunicação estudantil impresso mais antigo do país. Como plataforma informativa, o JUP demarca-se pela sua independência e carácter experimental, envolvendo dezenas de jovens universitários da cidade do Porto que colaboram voluntariamente e assim ganham experiência em todo o processo de produção jornalística.

A projecção do filme 10 Tactics surgiu com motor de reflexão sobre o poder da informação na disseminação de temas muitas vezes polémicos e sensíveis que o jornalismo convencional tem tendência a ignorar. Celebrando-se em 2010 o Ano Europeu da luta contra a Pobreza e a Exclusão Social, ao qual o JUP e o NJAP não estão indiferentes, considerou-se que as 10 Tácticas propostas poderiam inspirar e alertar para a relevância do papel daqueles que ao trabalharem e partilharem informação com o mundo estão a proporcionar espaços de consciência colectiva sobre a cidadania, a sociedade e o mundo.

Depois da visualização do filme onde foi possível conhecer alguns exemplos daquilo que activistas de direitos humanos estão a fazer no mundo digital para marcar a diferença, a primeira reacção na assistência foi o reconhecimento de que existem riscos no info-activismo. A insegurança é consequência do facto dos assuntos discutidos serem desconfortáveis para muitos indivíduos com poder, governos ou grandes organizações. O termo anglófono usado para descrever o trabalho dos info-activistas é "advocacy", nem sempre fácil de traduzir na língua portuguesa, mas que neste contexto se assemelha a algo como a prossecução da luta por uma causa, a defesa dos direitos humanos. Já o conceito de info-activismo resulta, por um lado, da disseminação da informação nessa luta ou compromisso, e, por outro lado, das estratégias adoptadas para fomentar acção, reacção, efeitos. Pela defesa de uma causa.

Ana Rêgo, médica e activista que tem trabalhado em missões humanitárias em países como o Afeganistão, Sudão, Etiópia, Zimbabwe e Timor Leste, relatou a sua experiência no terreno, chamando a atenção para a habitual escassez de infra-estruturas em áreas isoladas onde muitas vezes os direitos humanos não são respeitados, o que dificulta o acesso às plataformas digitais para a denúncia. Acrescentou ainda que quando esse obstáculo é ultrapassado e surgem os canais de comunicação, o passo seguinte é "sobreviver" à denúncia, e terminou dando exemplos de colaboradores de ONGs que perderam os seus empregos por se recusarem a calar as injustiças que presenciaram nas suas missões.

A ideia de que é dever do activista falar sobre temas chave para não os deixar cair no esquecimento foi frisada por Roberto, membro do Centro de Média Independente – colectivo Indy Media Portugal. Com um cunho pessoal, o testemunho de Roberto não descurou a pertinência das questões em redor da segurança e do anonimato e questionou os processos de censura e de captura de activistas que trabalham a partir de cybercafés ou outros espaços proprietários. Se por vezes as pessoas erradas são acusadas, o activista deve compreender a responsabilidade implícita nas suas acções.

Transportando o anonimato para a importância da transparência e participação democrática, Ricardo referiu a plataforma They Work for You. Trata-se de um projecto mySociety que pretende criar pontes entre os cidadãos do Reino Unido e as discussões que tomam lugar no parlamento, disponibilizando o acompanhamento das posições assumidas pelos deputados ao longo do tempo. Foi lançada a questão: o que mais precisa de ser feito em Portugal para lançar projectos neste âmbito?

Ainda antes da projecção do documentário, o Ricardo, juntamente com a Ana Carvalho, ofereceram uma Oficina sobre Design para uma Redacção Livre no JUP. Falaram sobre a "introdução de ferramentas livres para realizar vários tipos de trabalhos relacionados com a esfera editorial e a prática associativa". Fazem parte de um colectivo pela cultura livre chamado Hacklaviva e em parceria com o JUP estão a montar uma sala de redacção inovadora na nossa sede, para possibilitar a realização de todo o trabalho editorial usando apenas software livre - desde o tratamento de fotografia, à criação de gráficos e tipografia, paginação, edição de áudio e montagem de vídeo com ferramentas livres. Esse workshop representou um contributo valioso no que diz respeito à utilização e adopção de tecnologias e ferramentas para o info-activismo que o filme apresenta.

Tivemos também a participação de Tiago Assis, professor e investigador nas Belas Artes da Universidade do Porto e impulsionador do projecto Identidades. Tiago falou de um projecto de formação vídeo com comunidades do Brasil, nomeadamente os Quilombolas que adoptaram esta nova ferramenta como arma e moeda de troca numa zona do país onde existem grandes conflitos de terra e propriedade.

No final do debate os visitantes tiveram ainda oportunidade de visitar a galeria onde foi inaugurada uma instalação multimédia de Rebecca Moradilazeh composta por "(...) filmagens feitas por várias pessoas contendo múltiplas personagens e situações ou locais por onde tivesse passado e onde estaria".

Terminada uma tarde de inspiração no “bunker” de ideias do JUP - citando alguém da assistência que assim descreveu o evento - foram distribuídos guias e tutoriais da Tactical Technology Collective a alguns visitantes e semeada a grande vontade de continuar a informar sobre temas que realmente interessam e repensar estratégias futuras para chegar a mais audiências.

Leituras relacionadas: A day of info-activism discussion in Porto



Fotos de Pedro Ferreira

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Galeria | Oficina | Info-Activismo - uma tarde em cheio nas Inaugurações de Miguel Bombarda

No próximo dia 23 de Janeiro pelas 14h o Núcleo de Jornalismo Académico do Porto abre as portas para uma tarde em cheio nas inaugurações simultâneas das galerias de Miguel Bombarda.

Aderimos ao Ano Europeu da luta contra a Pobreza e a Exclusão Social que se celebra em 2010 com um convite à reflexão sobre o papel do jornalismo e da informação na criação de impacto e de mudanças positivas. O lançamento global, em parceria com a ONG internacional Tactical Technology Collective, do documentário 10 Tactics pretende apresentar uma série de activistas de direitos humanos que adoptaram estratégias de comunicação que lhes permitem transformar informação em acção. Convidamos para uma discussão informal o Centro de Média Independente - Indy Media Portugal - e o Hacklaviva e alargamos o convite a todos os que queiram participar.

O documentário será precedido pela Oficina de Design para uma Redacção Livre onde o colectivo Hacklaviva desafia uma sala de redacção a funcionar apenas com software livre.
Com equipa renovada, a Galeria apresentará duas instalações de jovens artistas e designers do Porto.

Ficamos a aguardar a tua visita!
Segue o programa completo abaixo.


14.00 Inauguração das Galerias Jup

Sala 1 - O que te move | Uma instalação que também é uma proposta para ti. Um espaço de Liberdade num cheio de cartão, uma folha em branco, pronta a ser ocupada. | Por Ana Castro e Susana Lage

Sala2 - Três Projectos, um Espaço. | "Tanto o som como a imagem dão uma resposta a outra mão. Uma que fala e outra que responde"

"(...) filmagens feitas por várias pessoas contendo múltiplas personagens e situações ou locais por onde tivesse passado e onde estaria"

"(...) em cada garrafa guardo a minha voz, associando cada uma delas as notas de escala"

Por Rebecca Moradalizeh


14.30 - 17.30 Oficina de Design para uma Redacção Livre

Uma redacção a funcionar apenas com software livre? É o objectivo de uma colaboração entre o JUP e o Hacklaviva. Nesta oficina, vamos falar sobre o que é o software livre e as suas implicações na prática criativa, associativa e editorial. Depois veremos como hoje é possível tratar fotografia, criar gráficos e tipografia, paginar, editar áudio e montar vídeo com ferramentas livres. Traz o teu portátil e vem passar uma tarde connosco a descobrir novas formas de fazer o teu trabalho.

http://www.hacklaviva.net


18.00 Documentário & Debate

"10 tactics", 10 tácticas para transformar informação em acção é um filme onde são contadas histórias de 25 activistas de direitos humanos à volta do mundo que adoptaram com sucesso estratégias de comunicação e tecnologias digitais para criar impacto e mudanças positivas.

http://www.informationactivism.org | Com a presença dos colectivos Hacklaviva e Centro de Média Independente - Indy Media Portugal


23 de Janeiro de 2010 a partir das 14h

Núcleo de Jornalismo Académico do Porto | JUP.PT

espacosjup.blogspot.com | jup@jup.pt | 22 202 52 68

Estamos no Facebook | Twitter: @njapju | @juponline | Linked In

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

CONCURSO DE IDEIAS, programação GALERIA JUP


Entre 8 e 21 de Dezembro, o Núcleo de Jornalismo Académico do Porto (NJAP) lança um concurso de ideias para a programação da Galeria JUP, situada no centro artístico do Porto, na Rua Miguel Bombarda.

Objectivo: Desafiamos artistas, designers e arquitectos emergentes, individualmente ou em colectivo, a apresentar propostas de exposição para a nossa galeria. Privilegiam-se propostas que reflictam sobre o contemporâneo, a academia, o Porto e o Ensino, sendo contudo uma convocatória aberta. Privilegia-se a capacidade de auto-produção e organização.

O NJAP é uma associação juvenil sem fins lucrativos, de utilidade pública, concebida e gerida exclusivamente por estudantes universitários, e apresenta-se como um espaço de debate e de confronto de ideias.

Da proposta deverão constar os seguintes pontos:

. Título da exposição
. Sinopse
. Datas preferenciais
. Mini CV do candidato com imagens

Serão valorizados os projectos que:
. demonstrem qualidade artística
. assegurem autonomia na execução
. provenham do meio académico

Envia a tua ideia para jup@jup.pt até ao dia 21 de Dezembro.

Os seleccionados serão apoiados com a cedência de espaço e com o apoio à divulgação pelos canais universitários. As propostas serão revistas por um painel de artistas e especialistas e comunicadas até ao final de 2009. Reserva-se o direito de não selecção caso a qualidade o obrigue. A decisão é passível de contestação.

Todos os participantes serão avisados dos resultados por email na primeira semana de Janeiro. O resultado do concurso será publicado no blog dos Espaços JUP juntamente com o agendamento para 2010.
--
JUP, Núcleo de Jornalismo Académico do Porto Rua Miguel Bombarda, 187 4050 - 381 Porto
222 025 268
jup.pt | jup@jup.pt | espacosjup.blogspot.com

domingo, 8 de novembro de 2009

No JPN: UP: Reitoria visita o JUP e promete mais apoio

UP: Reitoria visita o JUP e promete mais apoio

A reitoria da Universidade do Porto foi até ao edifício do Jornal Universitário do Porto, em Miguel Bombarda, avaliar as condições de degradação do espaço. O projecto, sob nova direcção, procura, agora, novo rumo.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Galeria JUP: Mirror in the wall


A exposição fotográfica traduz a percepção do espaço com um carácter ecologista, contaminado por ressonâncias da constatação da própria natureza humana e das suas prioridades.

As fotografias fizeram parte da instalação realizada no Museu do Carro Eléctrico do Porto e a remoção da fase visual original restitui-lhes por inteiro o valor de fotografia enquanto individualização – a unicidade que cada imagem deve ser capaz de suportar.

A atitude artística e a postura criativa do fotógrafo promovem um ensaio fotográfico em que é nuclear a reflexão sobre a natureza humana e a sua relação com o tempo, com os princípios de organização e atitudes sociais, e com o planeta (vivo, mas cada vez menos).

As imagens resultam como elementos residuais do processo de interacção do autor com o mundo por meio do olhar fotográfico. A práxis da criação constitui elemento fundamental quando, numa inversão de sentido, a aquisição do mundo funciona como reflexão introspectiva sobre o próprio artista. A natureza etérea das imagens certifica a existência física do seu criador. Ou serão as pessoas também apenas um conceito?

BIO | Nelson Sousa

O seu percurso académico é realizado na área das Ciências Naturais, com especializações em Biologia e Microbiologia, e concluído com uma licenciatura em Publicidade.

Fotógrafo autodidacta quase que na totalidade, começou a fotografar em 1994 e utiliza a fotografia como ferramenta prioritária de expressão desde 1998. Durante alguns anos deu formação didáctica e profissionalizante.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Cinema Documental e Debate nos Espaços JUP - Comércio Justo

Porque a cultura pode ser uma ferramenta poderosa de comunicação para o desenvolvimento – e o cinema documental é um olhar directo sobre as realidades que queremos trazer até ao Porto, a Agência ODM e o Núcleo de Jornalismo Académico do Porto convidam a assistir a este documentário e a participar no debate:

Agrovidas, de Luís Nascimento | 18’ Brasil 2007

14 Out. | 18h | Jornal Universitário do Porto

“As dificuldades sentidas pelos produtores, a realidade de uma associação e um cheirinho das laranjas da Baía” – um pouco de tudo isto nos traz este pequeno documentário. Os fruticultores da CEALNOR, na região brasileira da Baía, têm consciência do preço do seu produto. Sabem quanto custa no mercado e por quanto está a ser comercializado e evitam que os intermediários interfiram neste processo. Exportam os produtos pelo circuito de comércio justo, que lhes garante ainda preços mais elevados. Este documentário foi produzido para o projecto de educação para o desenvolvimento Anauá – a Outra Margem do Comércio Justo.”

Programa Completo aqui.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Amanhã celebramos Timor

Dez anos depois do referendo que levou à auto-determinação de Timor Leste, o Núcleo de Jornalismo Académico do Porto não esquece o forte laço de solidariedade que se estendeu até à terra do sol nascente.

Vamos comemorar o aniversário amanhã, Sábado, dia 29 de Agosto às 21h na Rua Miguel Bombarda do Porto, com cinema documental, fotografia e artesanato.


Timor Vencerá de António Pedro Ribeiro - JUP Outubro 99

A situação em Timor-Leste, felizmente, já não é a mesma. Mas os genocídios não se apagam. Nem o comportamento torcionário do regime indonésio e das milícias. Todos os criminosos devem ser julgados. Apesar da entrada em cena das forças da INTERFET não se podem desculpabilizar as ambiguidades e os atrasos dos EUA, da ONU e da dita "comunidade internacional". Assegurar a realização do referendo e depois pura e simplesmente deixar a população à mercê dos chacais do exército indonésio e das milícias ou é ingenuidade a mais ou é imperdoável. Também os EUA - convém lembrar que os norte-americanos sancionaram a invasão indonésia de 1975 - e a NATO que tão céleres correram para o Kosovo se limitaram a declarações de intenções até ao ponto em que isso se tornou insustentável. E tornou-se insustentável, em grande medida, devido à resistência heróica das FALINTIL, do seu comandante no terreno Taur Matan Ruak, de Xanana, de Ximenes Belo, do povo timorense e também devido à imensa onda de solidariedade com outro país. Que juntou vários credos religiosos e ideiais políticos em manifestações, vigílias, cordões humanos, marchas. Que fez parar um país em solidariedade com outro país. Que trouxe de novo a política, na sua melhor expressão, para a rua. Que provou que há valores mais altos do que o dinheiro. Que nos devolveu o orgulho de ser portugueses.
Ao longo de 24 anos muitos timorenses dedicaram a sua vida a uma causa. Durante muito tempo estiveram quase isolados do mundo, a resistir nas montanhas. Muitos caíram sem ver a hora de libertação. Mas a sua luta não foi vã. TIMOR LIVRE VENCERÁ!

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Timor Leste: Comemoração do 10º aniversário do Referendo

Oin ba Dame Timor Lorosa'e
29 de Agosto de 2009 às 21h no JUP

O Núcleo de Jornalismo Académico do Porto convida a celebrar a Paz em Timor Leste dez anos após o referendo que levou à auto-determinação daquele país.

Numa estreia absoluta em Portugal, e pelo olhar do realizador David Palazón, convidamos a assistir a "Hanesan Maibee Ketak-Ketak" (Same Same but Different), 2009, um documentário experimental sobre Paz em Timor Leste. Pelo olhar de Ana Rego, inaugura na Galeria JUP a exposição de fotografia Oin ba Dame Nian / Rostos para a Paz". As Bonecas de Ataúro, artesanato local timorense, terão várias peças de produção própria à venda no evento, cujas receitas revertem a favor do seu projecto.

DOCUMENTÁRIO | Hanesan Maibee Ketak-Ketak / Same Same but Different | David Palazón
Filmado no final de 2008 em Timor Leste, este documentário experimental retrata o Dr. José Ramos Horta - Prémio Nobel da Paz e Presidente da República Democrática de Timor Leste - enquanto participa numa série de eventos no país, focando opiniões e actividades de construção para a Paz.
Trailer

FOTOGRAFIA | Oin ba Dame Nian / Rostos para a Paz | Ana Rego
Esta médica, formada na UP, tem um percurso activista com experiência consolidada em países em desenvolvimento. Para além de ter viajado intensamente pelo mundo, fez missões na Amazónia, Afeganistão, Sudão, Etiópia, Zimbabwe e Timor Leste. É fotógrafa amadora desde 1999, tendo-se dedicado sobretudo à fotografia documental de viagens. Em 2004, foi uma das premiadas do concurso "FNAC Novos Talentos", com o trabalho "Afeganistão "2002".

ARTESANATO | Bonecas de Ataúro & Biojóias | Moving Cause
As Bonecas de Ataúro, artesanato local da Ilha de Ataúro, exprimem, de uma forma original e criativa, a ponte entre a cultura tradicional e a produção contemporânea de Timor Leste. A Moving Cause é a associação que representa esta iniciativa de empreendedorismo social em Portugal.
Site oficial: http://www.bonecasdeatauro.com/ + Blog: http://bonecasdeatauro.movingcause.org

Local:
JUP, Núcleo de Jornalismo Académico do Porto
Rua Miguel Bombarda, 187
4050 - 381 Porto
www.jup.pt
Mapa

Contactos:
Email: njapjup@gmail.com
TLF: Sara Moreira 938305344

quarta-feira, 1 de julho de 2009

S. João 2009 no JUP

Foi assim que o S. João foi celebrado no JUP. Com boa disposição e muita música, e muita gente com vontade de celebrar. Para o ano há mais e para breve há mais eventos.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Novos órgãos Eleitos e novidades

No dia 27 de Maio, e com a presença do nosso querido Bruno Monteiro, presidente cessante da Mesa da Assembleia Geral, os seguintes órgãos sociais foram eleitos:

Lista J
Assembleia Geral:
Presidente: José Manuel Ribeiro
1º Secretário: Pedro Marques
2º Secretário: Igor Gonçalves

Lista U
Conselho Fiscal:
Presidente: Isabel Rocha
Vice-Presidente: Ricardo França
Secretário: Tiago Pereira

Lista P
Direcção:
Presidente: Sara Moreira
Vice-Presidente: Rita Falcão
Tesoureiro: José Ferreira
Vogal JUP: Pedro Ferreira
Vogal AF: Filipa Mora
Vogal Galerias & Bar: Manaíra Alves
Vogal MKTG, Eventos & Publicidade: Bárbara Rêgo


Com nova equipa, vêm sempre novos projectos e queremos informar todos os associados que o NJAP está em profunda mudança.

Começámos pelo espaço e, em breve, haverá novidades em relação às actividades que o Núcleo vai promover, do interesse de todos os associados.

Estejam atentos. E bom fim de ano lectivo.

terça-feira, 7 de abril de 2009

sexta-feira, 27 de março de 2009

"Vai estar um bom dia para morrer"‏ no JUP este Domingo‏

No âmbito do inicio da comemoração dos 22 anos do nascimento do JUP, o Núcleo apresenta:

Dia 29 de Março, pelas 21horas:

"Vai Estar Um Bom Dia Para Morrer"

Música ao vivo composta e interpretada por Pedro Mujo, texto e interpretação teatral de Marta Leal.

Não, não é teatro.
Não, não é música.
Não, não é dança - e só vendo se pode entender.

Entrada: 2 JUPs
Apareçam. Contem com suminhos e bolachinhas a acompanhar o teatro. Há-de ser um serão agradável.

Contamos convosco

Na Rua Miguel Bombarda, 187.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

O Núcleo no Twitter

É agora possível seguir todos os nossos passos no Twitter: http://twitter.com/njapju

sábado, 18 de outubro de 2008

Novo spot do NJAP!!!


Este é o novo spot do NJAP. Vai passar nos plasmas das faculdades da Universidade do Porto, graças a um acordo celebrado entre o NJAP e a UPmedia, com o objectivo de captar a atenção de potenciais futuros membros do Núcleo. Agradecemos à equipa da UPmedia o apoio prestado.

PS: Também está disponível em http://br.youtube.com/watch?v=5W3RqIS5pRY

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Sessão de esclarecimento, já amanhã

É já amanhã a sessão de esclarecimento/apresentação do NJAP. Se quiseres saber que raio é o NJAP e, quiçá, participar nas nossas actividades, aparece!

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Sessão de esclarecimento

Sabemos que, para quem está por fora, pode surgir alguma confusão sobre os vários tentáculos que compõem o NJAP/JU. Isto sem contar com o número considerável de pessoas que conhecem somente o jornal. Para combater essa tendência, o NJAP/JU vai dar uma sessão de esclarecimento, dia 14 de Outubro na nossa sede (Rua Miguel Bombarda, 187.) A ideia é acolher novos membros - e potenciais novos membros - dando-lhes uma pequena introdução às várias componentes que constituem o NJAP/JU. Vamos rir, vamos chorar, vamos crescer juntos. A sessão decorrerá às 21:30.

Enquanto isso, avisamos que ainda estão disponíveis alguns bilhetes para o "Do Outro Lado"; inspeccionem o post abaixo.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

É um semestre novo e uma nova fase na vida do NJAP/JUP. Como não podemos assumir que todos que lêem este texto sabem do que se trata, preparamos uma pequena introdução ao NJAP/JUP.

O que é o NJAP/JUP?:

O NJAP (Núcleo de Jornalismo Académico do Porto) é uma organização feita por e para estudantes do ensino superior no Porto. A sua actividade principal é a publicação do JUP, um jornal mensal de distribuição gratuita realizado por estudantes. Mas as actividades do NJAP não se resumem ao jornal.

1- Quem pode ser membro

Podem ser membros do NJAP/JUP todos os membros, bem como antigos membros, da Academia do Porto.

2- O JUP

O JUP é um jornal mensal de teor generalista, incluindo secções de opinião, educação, sociedade, internacional, cultura, ambiente e desporto. Trata-se dum jornal que, em todo o processo de construção (desde a escrita dos artigos até à paginação e até mesmo à distribuição) é criado por estudantes portuenses. O JUP vive pela iniciativa dos estudantes – como tal, convidamos todos os interessados a participar na sua elaboração. O JUP pretende ser um jornal inteligente, enérgico, sério mas com sentido de humor.

3- “Águas Furtadas”

A “Águas Furtadas” é uma revista que engloba áreas como a literatura, a música e as artes gráficas. Pretende dar a conhecer novos talentos no panorama artístico português.

4- Espaços JUP

A sede do JUP, localizada na Rua Miguel Bombarda 187, possui um espaço de galerias. Para além disso, está também a ser remodelado um espaço que, nos tempos próximos, conta em ser palco de concertos, DJ sets, peças de teatro e outros eventos.

Se alguma destas facetas te atrai, manda um mail para jup@jup.pt e torna-te membro. Este blog, por sua vez, irá continuar a publicar as mais recentes novidades nas actividades do NJAP/JUP.

domingo, 23 de setembro de 2007

Início

Começou o maior ano de sempre, o ano de todas as mudanças, o ano de todos os acontecimentos, o dinheiro a chegar, o trabalho a florescer, as couves a crescerem. Este ano é que é!!!

O Núcleo prepara-se para receber toda vida... repito, toda a vida.

A morada dos teus sonhos,

Rua Miguel Bombarda, 187
Porto
22 2039076
96 9102081
DEIXA AQUI o TEU CONTRIBUTO

terça-feira, 26 de junho de 2007

Direcção do IPP vs liberdade de expressão


O Instituto Politécnico do Porto (IPP) denunciou o protocolo de cooperação entre esta instituição, o Núcleo de Jornalismo Académico do Porto (NJAP) e a Universidade do Porto (U. Porto), assinado em 2003. Assim, o JUP não publicará, a partir desta edição, a página institucional do IPP. Os leitores do JUP merecem, no entanto, explicações sobre o caminho percorrido até à referida denúncia.
Em Maio de 2003, o IPP, a U. Porto e o NJAP, assinaram um protocolo de cooperação que previa a publicação, no JUP, de duas páginas da responsabilidade da U. Porto e uma do IPP, tendo o JUP uma contrapartida financeira. Os conteúdos e a própria paginação destas páginas seriam da exclusiva responsabilidade destas instituições. O JUP sempre cumpriu a sua parte do protocolo, tendo publicado desde então as páginas enviadas por estas instituições.

O início do problema
Uma nova direcção do IPP tomou posse em Outubro de 2006 e o JUP, como não poderia deixar de ser, solicitou uma entrevista ao novo presidente, Vítor Santos. A intenção do JUP era a de fazer desta entrevista a capa de Novembro desse ano. Nessa altura o pedido foi recusado por indisponibilidade do presidente.
No mês seguinte o JUP solicitou novamente entrevista e foi marcada uma data. Uma colaboradora do jornal e o seu editor fotográfico deslocaram-se às instalações do IPP para proceder à entrevista e fotografá-la.

Uma reunião não agendada
Ao chegar ao IPP, os nossos colaboradores foram surpreendidos pela transformação da esperada entrevista em reunião, na qual foi posto em causa o protocolo e feitas acusações de que o JUP não publicava conteúdos sobre o IPP. O JUP sempre procurou conteúdos sobre o IPP e uma das provas disso era a intenção de publicar uma entrevista com o seu presidente. Mais uma vez, o JUP ficou sem tema de capa para Dezembro e teve de conceber uma reportagem em cerca de dois dias para substituir a entrevista que Vítor Santos acabou por não conceder.
A direcção do NJAP, ao tomar conhecimento do sucedido, não deixou de demonstrar o seu desagrado pela situação, numa carta que escreveu a Vítor Santos. Nessa carta lembraram ao presidente do IPP que, quando recebeu as pessoas que o iam entrevistar, não se havia definido nenhuma reunião para falar sobre o protocolo firmado entre a associação, o IPP e a U. Porto. De facto, essas pessoas não pertenciam à direcção da associação proprietária do JUP, que se constitui como uma das três entidades protocolares. Por isso não estavam mandatadas ou legitimadas para representar a associação nos assuntos abordados por Vítor Santos. Muito menos estariam preparadas ou contextualizadas, como seria de desejar. Foi ainda referido que o protocolo era trilateral e que surgiu de uma negociação bastante aturada de todas as partes que se prolongou por mais de um ano. O NJAP manifestou, solicitou, ainda, uma reunião com a direcção do IPP.

Referências caluniosas
O IPP agendou uma reunião para dia 19 de Dezembro de 2006, à qual compareceu a presidente do NJAP mas, da parte do IPP compareceu Pedro Esteves, um assessor do presidente do IPP e ex-presidente da Federação Académica do Porto (FAP). Foi explicado a Pedro Esteves o que era o JUP, a face mais visível do Núcleo de Jornalismo Académico do Porto, uma associação juvenil, fundada em 1987, que sempre incluiu o IPP. Vários estudantes de diferentes escolas do IPP são associados do NJAP e participam activamente nas suas diferentes actividades, detendo, inclusivamente, cargos nos órgãos sociais da associação, o que contraria a ideia expressa por Pedro Esteves e pela direcção do IPP, de que os estudantes desta instituição não se revêem no JUP. Ainda antes da assinatura do protocolo, estudantes do IPP ocuparam os mais altos cargos da associação. Foram ainda referidos os muitos exemplos de reportagens publicadas no JUP sobre o IPP e as suas actividades.
Nessa reunião, Pedro Esteves, tal como tinha acontecido na reunião anterior aquando da pretensa entrevista, quando perguntou ao editor fotográfico do JUP qual era o seu partido (pondo em causa os princípios da não discriminação ideológica e da imparcialidade pelos quais legalmente se devem reger as instituições públicas), tentou comprometer o JUP e o NJAP a uma corrente partidário-ideológica, ao referir que o tema de capa do JUP de Fevereiro seria sobre o aborto. A presidente do NJAP referiu que já na edição de Dezembro era publicada uma reportagem sobre o tema ao que Pedro Esteves respondeu “a favor [do aborto]”. Esse comentário demonstrou total desconhecimento sobre o JUP, uma vez que a reportagem publicada apresentava vários argumentos e declarações contra e a favor do aborto.
A presidente do NJAP estranhou o facto de Pedro Esteves não tomar qualquer apontamento do que lhe era dito, principalmente por ser uma reunião de esclarecimento das actividades da associação e do envolvimento dos seus associados, muitos deles estudantes do IPP, que posteriormente deveriam ser comunicados ao presidente do IPP.

Uma decisão irreversível
Tendo a direcção do NJAP manifestado disponibilidade para renegociar o protocolo, foi agendada uma outra reunião com a direcção do NJAP e a direcção do IPP em Janeiro deste ano. No entanto, a intenção do IPP nunca foi negociar o protocolo. O JUP foi mais uma vez acusado de não publicar artigos sobre o IPP e de não incluir os estudantes desta instituição. Para espanto da direcção do NJAP foi revelado por Pedro Esteves, em tom de satisfação e como exemplo de não inclusão, que no Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP), os jornais eram escondidos na Associação de Estudantes, o que, para além de demonstrar um claro abuso de confiança, constitui a todos os níveis um grave atentado à liberdade de expressão. De facto, aquando de uma distribuição do JUP no ISEP, não estando presente a funcionária da AEISEP, os colaboradores do NJAP começaram a distribuir o jornal. Quando a funcionária chegou e se apercebeu da distribuição começou a recolher os jornais e disse que o presidente da AEISEP não permitia a distribuição do JUP sem antes o ler. São, assim, paradoxais as afirmações de Pedro Esteves na reunião de 19 de Dezembro, de que não tinha nada contra o JUP e, o facto de, na reunião que seria entrevista, ter revelado descontentamento por não haver banca do JUP no ISEP (a que havia tinha sido furtada).
A própria designação JUP foi posta em causa, pela direcção do IPP, por serem as iniciais de Jornal Universitário do Porto, “o que a instituição não pode aceitar por não ser universidade mas politécnico”. No entanto, como foi explicado pela direcção do NJAP, JUP é apenas uma marca, a designação do jornal aparece por extenso na capa e é de “Jornal da Academia do Porto”. Ainda assim, a direcção do NJAP propôs a alteração do nome do jornal para Jornal Universitário e Politécnico (JUP), proposta que não mereceu qualquer resposta por parte do IPP.
Em todas as reuniões foi demonstrado um grande antagonismo a tudo o que envolvia a U. Porto. A direcção do IPP tentou condicionar os termos do protocolo, sem nunca envolver a U. Porto, mesmo depois de relembrada de que se tratava de um protocolo trilateral, chegando Pedro Esteves a afirmar que “o dinheiro não era problema”. Igualmente grave foi a tentativa de condicionar a agenda do JUP.
Um episódio revelador de má vontade foi quando no último dia da paginação do JUP de Fevereiro se pediu a Pedro Esteves que enviasse a página já há muito solicitada para publicar nessa edição. A sua resposta foi que não tinham nenhuma página, “publiquem a página em branco!”. Mediante esta situação pediu-se posteriormente para enviarem um fax onde expressassem essa intenção. Isto bastou para que pouco depois Pedro Esteves telefonasse para o JUP, a dizer que a página seguia nessa noite e a pedir para o JUP compreender a situação pois “a Direcção ainda não tinha muito tempo”.

Um golpe de teatro
A direcção do NJAP estranhou as acusações de que foi alvo e os argumentos revelados nas reuniões para o IPP a denunciar o protocolo de cooperação. Na carta de denúncia o IPP refere que esta se deve à criação de um projecto na mesma área.
Pedro Esteves foi, enquanto estudante do ISEP, presidente da FAP que, tal como o NJAP, não discrimina os estudantes pela sua instituição de origem na Academia do Porto. Como presidente da FAP, Pedro Esteves concedeu várias entrevistas ao director do JUP e, inclusivamente, chegou a convidar o JUP para mediar um plenário de estudantes. A justificação de tal convite prendeu-se com o argumento de que o JUP era uma instituição imparcial. O convite foi retirado quando, por essa altura, o director do JUP foi demitido pela direcção do NJAP por tomar sozinho decisões estruturais sobre a logística do jornal, e por não envolver os associados na sua produção, o que significaria a extinção do jornal a curto prazo. De repente parecia que o JUP deixava de ser uma instituição imparcial...
Agora e como sempre, todos os estudantes da Academia do Porto, independentemente da sua ideologia e proveniência, são bem-vindos ao NJAP, tendo a sua participação de pleno direito assegurada, tal como definem os seus estatutos.